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Trump remove acesso de Biden, Hillary e Kamala a documentos confidenciais

Joe Biden (ex-presidente dos EUA), Hillary Clinton (ex-Secretária de Estado dos EUA) e Kamala Harris (ex-vice-presidentente dos EUA) - Saul Loeb/AFP, Carlos Barria/Reuters e Andrew Caballero-Reynolds/AFP
Joe Biden (ex-presidente dos EUA), Hillary Clinton (ex-Secretária de Estado dos EUA) e Kamala Harris (ex-vice-presidentente dos EUA) Imagem: Saul Loeb/AFP, Carlos Barria/Reuters e Andrew Caballero-Reynolds/AFP
do UOL

Do UOL, em São Paulo

22/03/2025 13h40

Presidente Donald Trump cortou acesso ao recebimento de informações secretas de adversários políticos, como o ex-presidente Joe Biden, e membros do partido Republicano que investigavam a invasão do Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.

O que aconteceu

"Determinei que não é mais de interesse nacional que os seguintes indivíduos tenham acesso a informações confidenciais". Assim começa o comunicado publicado hoje no site da Casa Branca.

Na prática, as pessoas não poderão ter mais acesso à agenda do presidente e a detalhes de informações confidenciais do Governo dos EUA. Por isso, entenda-se dados e documentos que na visão do governo são sensíveis à segurança nacional.

A lista inclui majoritariamente inimigos políticos do presidente Trump, como:

  • o ex-presidente Joe Biden e membros de sua família;
  • ex-vice-presidente dos EUA Kamala Harris;
  • Antony Blinken, que foi Secretário de Estado da administração Biden;
  • Letitia James, a procuradora geral de Nova York que acusou Trump por fraude;
  • Hillary Clinton, que foi Secretária de Estado da administração Obama;
  • Liz Cheney e Adam Kinzinger, ambos republicanos e que participaram da investigação da invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro de 2021.

Acesso a informações confidenciais é uma cortesia que mandatário dos EUA presta a ex-presidentes após deixarem a vida pública, além de políticos e membros do judiciário.

Medida também é troco de Trump a Biden. Ao assumir, em 2021, Biden baniu Trump de receber informações confidenciais, alegando que o então ex-presidente não era digno de confiança e que apresentava "comportamento errático".

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